centro de experimentação poética

 

 

 

 

Pedro Rocha nasceu em 1976 no Rio de Janeiro e assim que possível aprendeu a fritar ovos, andar de metrô e ônibus. Subiu em algumas árvores, correu de cachorro e vaca braba. Conviveu na infância também com grandes mestres reformuladores de caixola como Luiz Carlos Saldanha, Leon Hirszman, Graciela Figueroa, Nise da Silveira, Sérgio Bernardes e Breno Moroni. Andou também em mato médio e matagália; e de fusca quando teve. Estudou bateria e teve até banda, o Paranóia Máxima, foi quando entrou em contato intrínseco com a poesia (1992), com Chacal, com Guilherme Zarvos, Guilherme Levi, Michel Melamed, Cabelo, Pedro Luís e todos esses tantos incitadores de abismos e vertigens. Vaga-lumes. Foi então através do CEP 20000 que começou o hálito da escrita. Depois de 9 anos soprando poesia no microfone, surgiu da região abaixo de seus cachos o FalaPalavra, espetáculo centrado na poesia falada, a fala do poeta, que no FalaPalavra evola-se sem ruído, juntando os poetas numa proposta cênica arriscada, arriscaria até ecumênica. Em 2002 lançou seu primeiro livro “11” pela editora Azougue. Entre outras coisas que compõem esse tumulto de 1 metro e setenta que se proclama Pedro, vale salivar que tem presença em diversos eventos outros como: Ver o Verso, Sexta Sim, Balacubaco, Ribalta na Poesia, Corujão, shows de Pedro Luís e a Parede e Chicas. Já foi publicado nas revistas: O Carioca, Et Cétera, Zum Zum Zum, O Tempo, Inventário CEP 20000, CEP 20000 Calendário e CEPensamento. Está também no CD CEP 20000 da revista “Trip”.

 


Livro

 

 


Vídeo

 

 


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